Sua empresa pode bancar o que ainda não existe.
Não é patrocínio de marca. É aporte que sai inteiro da nossa conta e entra na de iniciativas pretas de cultura, empreendedorismo e saúde. Com nome, valor e destino publicados todo 20 de novembro.
O capital sempre foi o gargalo, nunca o talento.
Falta dinheiro para montar o espetáculo, comprar o primeiro forno, formalizar o negócio, pagar a passagem até a consulta. Não falta gente preta com projeto de pé. Falta quem banque o empurrão, que quase sempre é pequeno perto do que a empresa gasta em uma campanha.
A Psicologia Preta virou o caminho curto entre os dois lados: a empresa aporta, a comunidade indica e recebe, e a conta aparece em público. Sem intermediário cobrando pedágio, porque a estrutura já é custeada pela Conexão Psicológica LTDA, que não retira nada daqui.
da população brasileira é preta ou parda. É o público, é o time, é o mercado, é o país.
de quem exerce a psicologia no país se autodeclara negra ou negro. A distância entre os dois números é o problema que a gente escolheu enfrentar.
Três jeitos de entrar.
Sem tabela de cotas, sem pacote ouro e prata. A empresa escolhe o formato que cabe no seu orçamento e no seu jeito de operar.
Aporte institucional.
Valor único ou recorrente, sem destino amarrado. Entra no bolo e é distribuído entre os eixos conforme as iniciativas que chegam. É o formato mais útil, porque deixa a decisão perto de quem escuta a comunidade.
Adoção de um eixo.
A empresa direciona o aporte a cultura, empreendedorismo ou saúde. Faz sentido quando já existe afinidade real com a frente. O relatório mostra exatamente o que aquele eixo fez com aquele dinheiro.
Apoio em espécie.
Nem todo apoio é dinheiro. Espaço, equipamento, licença de software, frete, horas de contabilidade, assessoria jurídica, produção. Entra na conta pelo valor de mercado e é declarado como tal.
O que sua empresa recebe. E o que não.
A parte de baixo dessa lista costuma ser omitida em proposta de patrocínio. Aqui ela vem junto, porque é ela que define a natureza do que estamos oferecendo.
Recebe
- Nome e valor na prestação de contas de 20 de novembro, pública e permanente nesta página.
- Relatório do destino do aporte: quais iniciativas foram apoiadas, com quanto e o que saiu daquilo.
- Menção como empresa apoiadora nas superfícies da Psicologia Preta, com o formato do apoio dito por extenso.
- Material para comunicação interna: os mesmos números e as mesmas histórias, para o time saber o que a empresa bancou.
- Uma pessoa de contato de verdade para dúvidas ao longo do ano, não um formulário.
Não recebe
- Selo de empresa antirracista. Isso não é nosso para dar, e comprar essa palavra é exatamente o que corrói a palavra.
- Nenhum dado de pessoas atendidas. Nem agregado, nem anonimizado, nem "só para entender o impacto". Nunca.
- Influência editorial sobre o que a Psicologia Preta publica, nem sobre quem entra na rede de profissionais.
- Escolha de quem é apoiado. A empresa escolhe o eixo, não a iniciativa. A curadoria não se vende.
- Exclusividade de categoria. Nenhuma empresa compra o direito de ser a única do seu setor aqui dentro.
Três passos, sem funil.
Você escreve.
Um e-mail dizendo quem é a empresa, qual formato interessa e a ordem de grandeza do aporte. Não precisa de deck nem de reunião de alinhamento.
A gente conversa.
Uma conversa direta com um dos fundadores para acertar destino, formato e o que será publicado. Sai dali um documento de duas páginas, não um contrato de trinta.
Entra na conta.
O aporte é registrado, destinado e prestado em 20 de novembro. Do dia do aporte até o dia do relatório, você sabe onde o dinheiro está.
A gente também diz não.
Aporte de empresa com histórico não resolvido de racismo, com processo em curso por discriminação, ou que chega condicionado a uso de imagem que a gente não pode sustentar, não é aceito. Dinheiro que precisa da Psicologia Preta para limpar a própria reputação custa mais caro do que vale.
Não é julgamento moral sobre ninguém: é que a única coisa que essa rede tem para oferecer é a palavra dela.
Escreve pra gente. A conversa começa aí.
Manda um e-mail para [email protected] com o assunto "Apoio institucional". Responde um dos fundadores, não um robô de triagem. Antes disso, se quiser saber exatamente para onde vai cada real, a conta inteira está aberta na página de transparência.